HOMEM APONTADO COMO MANDANTE DA MORTE DE CHAVEIRO EM TIBAU É PRESO EM MOSSORÓ

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu, na quinta-feira (22), um mandado de prisão temporária contra um homem de 35 anos, suspeito da prática do crime de homicídio, ocorrido no município de Tibau/RN.

De acordo com as investigações, o crime aconteceu no dia 13 de março de 2024. A vítima, um homem de 46 anos, que exercia a profissão de chaveiro, foi encontrada sem vida em sua residência, apresentando ferimentos provocados por disparos de arma de fogo, calibre 12.

Desde a ocorrência do crime, os policiais realizaram diversas diligências investigativas, incluindo análises de informações, levantamentos técnicos e outros procedimentos. Com o avanço das apurações, foram reunidos indícios que apontam para a possível participação do suspeito na condição de mandante do crime.

As investigações também indicaram que o homicídio foi executado de forma planejada e organizada, com a participação de mais de um veículo, que circulavam em comboio pela cidade, evidenciando uma ação criminosa estruturada. Para dificultar a identificação policial, os autores utilizaram estratégias como a troca momentânea das placas originais do veículo empregado nos disparos por placas adulteradas, instantes antes da ação criminosa.

Durante o inquérito, a equipe policial ainda conseguiu desconstruir a versão apresentada pela defesa do suspeito, que alegava que o veículo utilizado na execução estaria em uma oficina mecânica, em outra cidade, na data do crime. No entanto, provas técnicas e depoimentos colhidos pelos policiais comprovaram que a informação era falsa e que o automóvel esteve, de fato, na cena do homicídio.

Com a comprovação dos fatos, o homem foi preso e conduzido à delegacia para a realização dos procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento com o objetivo de esclarecer integralmente as circunstâncias do crime, identificar outros possíveis envolvidos e assegurar a responsabilização penal dos autores. Fim da Linha