CASO PÉTALA YONA: INVESTIGADO CHORA E NEGA VIOLÊNCIA SEXUAL DURANTE DEPOIMENTO EM NATAL

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte apura o caso da criança Pétala Yona, de 7 anos, encontrada morta na comunidade do Leningrado, no bairro Guarapes, Zona Oeste de Natal, nesta segunda-feira (20) pela manhã .

Além disso, os investigadores prenderam um homem de 24 anos como principal suspeito, e o caso segue sob análise como possível vicaricídio.

Desaparecimento e localização do corpo
Segundo a Polícia Civil, a família viu a criança pela última vez na noite do domingo (19). Em seguida, na segunda-feira (20), o desaparecimento foi registrado e as buscas começaram imediatamente.

Logo depois, os policiais localizaram o corpo da criança no quintal da residência do investigado, que já mantinha relação com a mãe da vítima.

Delegado detalha sinais encontrados
De acordo com informações apuradas pela repórter Juliana Lobo, da TV Ponta Negra, o delegado Robson Coelho relatou que a equipe encontrou a criança com o rosto roxo, as mãos amarradas para trás e uma sacola na cabeça.

Com base nesses elementos, a polícia levanta a hipótese de enforcamento. Ainda assim, os peritos seguem analisando o caso para confirmar a causa da morte.

Investigado nega violência sexual e chora em depoimento
Durante o depoimento, o investigado negou a prática de violência sexual contra a criança. Além disso, ele chorou ao prestar esclarecimentos e afirmou que “a situação destruiu sua vida”.

Mesmo com essas declarações, a Polícia Civil manteve a prisão do suspeito e continua avançando nas investigações.

Caso segue como possível vicaricídio
Os investigadores trabalham com a hipótese de violência vicária, já que o crime pode ter atingido a criança como forma de sofrimento psicológico à mãe.

Dessa forma, a Polícia Civil enquadra o caso como vicaricídio e aprofunda as apurações para esclarecer a motivação.

Investigação continua em andamento
Enquanto isso, as equipes seguem com diligências e aguardam o resultado dos exames periciais realizados pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

Por fim, a Polícia Civil reforça que a população pode colaborar com informações de forma anônima pelo Disque Denúncia 181. Ponta Negra