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| Vítima do crime em 10 de Janeiro de 2025 |
De acordo com os autos, o homem apontado como executor do crime, Lino, confessou à Polícia Civil, logo após ser preso e flagrado com a arma utilizada no homicídio, que teria sido contratado para matar a vítima.
Em depoimento, ele afirmou que o mandante seria o advogado Romenigue Cabral, que teria oferecido a quantia de R$ 3 mil como recompensa pela execução.
Segundo a investigação, a motivação do crime estaria relacionada a uma suposta vingança. A vítima seria apontada como responsável pelo vazamento de um vídeo íntimo envolvendo uma pessoa ligada ao advogado.
Apesar da confissão inicial na Delegacia, durante audiência judicial o acusado voltou atrás e negou participação no crime. No entanto, conforme consta no processo, o conjunto de provas reunidas, incluindo a posse da arma utilizada no homicídio, foi considerado suficiente para que ele seja levado a júri popular nos próximos meses.
O caso gerou forte comoção no Vale do Assú e segue repercutindo entre moradores da região, que cobram respostas e celeridade das autoridades. O Ministério Público do Rio Grande do Norte e o Judiciário acompanham as investigações, enquanto um segundo processo relacionado ao caso ainda tramita em segredo de justiça.
A ÉPOCA O REPÓRTER JALISSON FERREIRA ESTEVE NA CENA DO CRIME E CONVERSOU COM O DELEGADO - VEJA!







