MULHER FAZ PROTESTO POR SUPOSTA VIOLÊNCIA POLICIAL NO RN, E PM DIZ QUE ESTÁ APURANDO O CASO

Um protesto contra um suposto caso de violência policial foi realizado, na tarde deste sábado 12, em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal. Segundo um perfil nas redes sociais identificado apenas por “Fernanda”, três policiais teriam invadido a sua casa e agrediram ela e sua irmã. A Polícia Militar, através de nota, informou que está apurando o caso e, se for comprovado, haverá a instauração de um procedimento administrativo.

Fernanda divulgou vídeos onde se vê pessoas eufóricas e gritos. Além disso, compartilhou fotos de escoriações.  “Assim que cheguei a sala, o policial colocou o fuzil na minha cara. Quando entraram, não deixaram eu sair e nem minhas irmãs entrar. Ao entrar, vieram três policiais para cima de mim, me enforcaram, bateram tanto em mim que vi a morte na minha frente. Chutavam minha barriga, davam murros só na minha cara e na minha cabeça”, contou a mulher em relato publicado na última sexta-feira (11).
Em outro trecho do texto, a mulher diz que uma criança de dois anos chegou a ser ameaçada de levar um tiro na cabeça e outra, de cinco, passou mal ao presenciar a situação.
Após toda a situação, a mulher convocou um protesto com pedidos de paz para o bairro de Jardim Lola, onde o suposto caso de agressão teria acontecido.
Posicionamento da Polícia Militar
Por meio de nota, a PM afirmou que está apurando o caso e, se for necessário, vai instaurar um procedimento administrativo para tomar as medidas cabíveis. “A Polícia Militar do Rio Grande do Norte está analisando as imagens, além de acompanhar e apurar os fatos acontecidos, e caso seja comprovado algum desvio de conduta, será instaurado o procedimento administrativo cabível”, disse o comunicado.
“Além disso, a PMRN informa que a Corregedoria Geral da Instituição está à disposição da população potiguar, disponibilizando canais para o recebimento de denúncias dos cidadãos, garantindo, inclusive, o anonimato do denunciante”, complementa a nota. AgoraRN

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