IPANGUAÇU REGISTRA MORTE POR COVID-19; CENTRO DE SAÚDE NÃO POSSUI SACO IMPERMEÁVEL

Da redação - Assú Notícia:
Uma morte por covid-19 foi registrada mais uma vez no Centro de Saúde da cidade de Ipanguaçu, na região do Vale do Açu. A reportagem do ASSÚ NOTÍCIA vem acompanhando os municípios que seguem as normas sanitárias após o registro da morte pela doença nas unidades hospitalares. Triunfo Potiguar e Itajá, já ganharam destaque neste meio de comunicação por não seguirem as normas vigente no protocolo sanitário do Ministério da Saúde, travando o serviço fúnebre e além de proporcionar constrangimento para os familiares do ente querido. 
Pesquisamos no Mercado Livre - Esse é o valor da unidade de saco.

Dessa vez, foi a cidade de Ipanguaçu, que não segue as normas sanitárias em cumprimento a prevenção de contágio e posteriormente contaminação da covid-19, esquecendo de suas obrigatoriedades, assim como cobra insistentemente da população. Uma idosa de 64 anos, morreu após ser contaminada pelo vírus e teve agravamento na saúde, tendo morte registrada no centro de saúde do município. A morte foi registrada durante à madrugada desta terça-feira 01 de Junho de 2021.

As normas devem seguir e ser cumprida principalmente pelo município, o mesmo que prega nas redes sociais cobranças rígidas da população, mas que esquece de suas obrigações diante de um fator que está propicio à acontecer em momentos como esse, de elevação de mortes pelo vírus, ou seja, haver a preparação diante da pandemia que se alastra por mais de um ano.

O protocolo, é que após a morte por covid-19 atestada pelo médico que fez o preenchimento da declaração de óbito, o hospital deve enrolar o corpo em um lençol e embalar em um saco plástico impermeável, esse protocolo deve ser feito no próprio leito onde estava o paciente. Porém, em Ipanguaçu, o hospital não seguiu o protocolo, e não possui se quer, saco impermeável para evitar contaminação dos agentes funerário diante do atendimento e manuseio do corpo. Pelo menos, esse foi o argumento usado por uma profissional de saúde da unidade hospitalar.

Uma fonte da unidade hospitalar, informou com exclusividade ao ASSÚ NOTÍCIA, que o hospital não possui o saco, e que também alega não ter profissionais para fazer este tipo de serviço (embalar o corpo), o que proporciona constrangimento para os familiares, que estão desde às 04h da madrugada tentando resolver os trâmites para o sepultamento, seguindo todas as normas sanitárias.

É sabido que o protocolo deve ser seguido pela unidade hospitalar, em casos de mortes por Covid-19, e percebemos que alguns municípios fogem de suas obrigatoriedades e deixa os familiares passarem por constrangimento.  Seguimos acompanhando esses procedimentos a ser feito por cada município, para que garanta o serviço e assuma o compromisso de suas responsabilidades, afinal, o Governo Federal enviou e envia recursos para que haja preparo para qualquer tipo de situações provocadas pelo vírus. Existe alguns municípios que deixa faltar o mínimo, que não deveria faltar, e isso torna-se um problema bem maior por falta da irresponsabilidade de quem não assume o compromisso das normas.

Haver cobrança e fiscalização por parte da vigilância sanitária, é notório em qualquer município, mas quando parte para que haja o cumprimento das responsabilidades do município, existe inúmeras desculpas para se esquivar das obrigações e responsabilidades.

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