OPERAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO É DEFLAGRADA NOVAMENTE NA PREFEITURA DE IPANGUAÇU

Da redação - Assú Notícia: A prefeitura municipal de Ipanguaçu, 'abriu' às portas para o Ministério Público cumprir mandados de busca e apreensão de documentos que levem a provas para desvio de recursos ao erário público. A operação conta com apoio da polícia militar e a  participação de diversos promotores. Segundo informações apuradas pelo ASSÚ NOTÍCIA, mandados de busca e apreensão acontece também em algumas secretarias do município.

Valderedo, é o prefeito da cidade, e vai ter dor de cabeça para se explicar ao Ministério Público esse 'convênio' de receber visitas do órgão fiscalizador, causando operação no município. Para se ter ideia dos desmandos da gestão de Valderedo, o Ministério Público já deflagrou operações em 2019, 2020 e agora em 2021.

No dia 20 agosto de 2019, o Ministério Público deflagrou uma operação em Ipanguaçu que investigou fraudes em contratos de aluguel de veículos na cidade. A época, Segundo o MP, os investigadores apuram possíveis fraudes envolvendo a locação de veículos com preço superfaturado, em prejuízo aos cofres públicos, sem qualquer benefício ao verdadeiro proprietário do automóvel supostamente locado. Somente entre a empresa citada e a Prefeitura de Ipanguaçu, foram celebrados contratos que somam mais de R$ 370 mil.

Já no dia 10 de Novembro de 2020, o Ministério Público volta a cidade de Ipanguaçu, e desta vez apreendeu um vasto material probatório que apresentavam provas de possível compra de votos. Materiais como IPTUs que deveriam ter sido entregues e não foram, anotações com exames, conversas do prefeito em rede social com pessoas de confiança e etc.

Agora, em 2021, a cidade volta a receber de forma negativa, a visita de promotores de justiça e policiais militares em cumprimento a ordem e decisão judicial nas repartições públicas que envolve crimes. Valderedo, terá dor de cabeça para se explicar essas visitas anual do MP na cidade em que governa. Têm algo de errado nessa gestão que atrai o Ministério Público. Vamos aguardar.

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