APREENSÕES EM BRs NO RN RESULTAM EM MAIS R$ 800 MIL EM PREJUÍZO AO CRIME ORGANIZADO

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou, neste domingo (26), a Operação Tamoio III com foco no combate especializado ao crime organizado em todo Brasil.
Com ações de impacto multimodal em sua terceira fase, a Tamoio teve início no dia 18 de julho e foi desenvolvida em trechos estratégicos, rotas para os diferentes transportes utilizados por criminosos para entrada ou escoamento de ilícitos, como aeroportos, portos e ferrovias, todos conectados por rodovias federais.
Somente no Rio Grande do Norte o prejuízo dado às organizações criminosas neste mês de julho foi mais R$ 800 mil.
Durante a operação, 10.573g de cocaína, 439g de maconha, 502g de haxixe, 50g de skunk, 35 pontos de LSD e três comprimidos de ecstasy foram apreendidos.
Os policiais rodoviários federais tiraram de circulação 6 armas de fogo, 69 munições e 11 documentos falsos. Além disso recuperaram 7 veículos provenientes de roubo/furto. Ao todo 63 pessoas foram detidas por diversos crimes.
A Tamoio III é a primeira operação integralmente alinhada com a nova estratégia da PRF, que reforça a missão de combater de forma qualificada o crime, inviabilizando a logística das organizações criminosas.
O emprego de tecnologia e de inteligência policial também ganharam destaque entre as estratégias e fizeram a diferença durante a fase multimodal, que superou os números das edições anteriores.
As rodovias federais seguem sendo o principal meio de locomoção no Brasil, tanto para cargas e pessoas que movimentam a economia do país, quanto para os criminosos com complexos esquemas de logística para transportar ilícitos.
Segundo a PRF, as organizações criminosas se valem de rotas comercialmente existentes, aliadas a formas clandestinas. Porém, independente do transporte utilizado, em algum momento, os ilícitos serão transportados por rodovias, o que se reflete nos resultados da Tamoio III, fase Multimodal, e a mobilização institucional para a pronta resposta federal no combate à criminalidade. Mossoró Hoje

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