Da redação - Assú Notícia: Um homem conhecido até o momento pelo apelido de “Galeguinho”, do Alto São Francisco, foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira, 31 de agosto de 2026, no bairro Alto São Francisco, em Assú.
O homicídio aconteceu a menos de 100 metros da UPA Dr. Milton Marques de Medeiros. Segundo informações preliminares colhidas no local, a vítima foi surpreendida por homens ainda não identificados e atingida por vários disparos.
Galeguinho, que vestia uma camisa branca, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área para preservar a cena do crime até a chegada da Polícia Científica, responsável pela perícia e posterior remoção do corpo.
De acordo com relatos de populares, a vítima teria deixado o sistema prisional na última sexta-feira (28), após um período detida em Mossoró. Essa informação ainda deverá ser oficialmente confirmada pelas autoridades.
PASSAGEM POR OCORRÊNCIA EM 2022
Informações preliminares apontam ainda que Galeguinho teria sido preso anteriormente em uma ocorrência registrada em 2022, na qual ele e outros suspeitos teriam sido investigados por crimes envolvendo sequestro, abuso e roubo de um aparelho celular.
Na época, outras pessoas também foram detidas durante a ação policial. Um homem conhecido como “Pastor”, apontado à época como ligado ao mesmo grupo, teria sido liberado e, posteriormente, morto a tiros nas proximidades da comunidade Morada Nova, às margens da BR-304.
A eventual relação entre aquele caso e o homicídio registrado nesta segunda-feira não está estabelecida e dependerá do trabalho investigativo.
POLÍCIA CIVIL INVESTIGA
A Polícia Civil de Assú foi comunicada do homicídio e iniciou os primeiros levantamentos para tentar identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.
Uma das linhas que deverá ser verificada pelos investigadores é a possibilidade de a vítima ter sido acompanhada ou monitorada antes do ataque. Até o momento, porém, não há confirmação de que os assassinos estivessem monitorando Galeguinho desde sua saída do sistema prisional.
Diligências e informações colhidas na região poderão ajudar a reconstruir os últimos passos da vítima e esclarecer a dinâmica da execução.




















